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setembro 10, 2018

Pochmann: somente eleição livre deixa o povo decidir o próprio destino

O economista Márcio Pochmann afirmou que apenas uma eleição democrática devolve ao povo o poder de decidir a agenda a ser implementada no País.

“Somente as eleições livres e democráticas devolvem à soberania popular, o controle do próprio destino nacional, sequestrado que foi por políticos derrotados e que não aceitaram o resultado das urnas em 2014, jogando o país no caos do desgoverno Temer e do receituário neoliberal”, afirmou o estudioso no Twitter.

Pochmann criticou o PSDB, que não aceitou o resultado das urnas de 2014, quando perdeu a então presidente Dilma Rousseff, candidata à reeleição. “Quem colocou vice decorativo, conforme revelado em missiva de próprio punho, no principal posto da República, não foi o PT, mas os derrotados em 2014, que não aceitaram o resultado da urna. Ao apoiarem a exclusão de Lula, respeitarão outra derrota eleitoral que porá fim ao golpe?”, questionou.

Após chegar ao governo federal, tucanos e o MDB colocaram em prática uma agenda nefasta, que ainda não conseguiu retomar o crescimento econômico e corta direitos sociais. Investimentos para o desenvolvimento do País parece não ser preocupação da gestão Michel Temer.

O documento “A Ponte para o Futuro”, lançado pelo MDB em 2015 e que é a base para a gestão atual, afirma que “o Brasil gasta muito com políticas públicas com resultados piores do que a maioria dos países relevantes (confira aqui – item H, página 19)”.

O governo também promulgou a PEC do Teto dos Gastos, que congela os investimentos públicos por 20 anos. De acordo com a proposta, o investimento de um ano deve corresponder ao do ano anterior somente corrigido pela inflação.

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